Este livro, que conta com ilustrações de Susa Monteiro, dirige-se a um
público infantil mas também ao leitor com mais idade. (Re)visita o
Alentejo desde o princípio do século passado até aos dias de hoje. Foi
concebido por forma a procurar chamar a atenção para profissões ligadas à
produção livreira que deixaram de ser economicamente viáveis face ao
fenómeno da massificação.
Ana Paula Figueira afirma que este seu livro “presta” homenagem ao Alentejo.
quarta-feira, 13 de novembro de 2013
terça-feira, 12 de novembro de 2013
30 anos de jornais no Baixo Alentejo de António José Brito
domingo, 3 de novembro de 2013
Centro dedicado ao livro infantil abre em Beja
Três mil documentos da biblioteca da escritora Natércia Rocha, falecida em 2004, foram doados para a primeira estrutura do género em Portugal.
"A doação foi feita pouco tempo depois da morte da autora", revela Cristina Taquelim, técnica da Biblioteca de Beja. Ao espólio da figura da literatura nacional, junta-se mais material entretanto adquirido pelo espaço público de leitura, para reforçar um serviço que quer ser uma referência nacional. Nesse sentido, compraram-se livros mais recentes, portugueses e estrangeiros, bem como documentação mais atual ligada à psicopedagogia da leitura e escrita.
O sonho é antigo. A cedência de um rico espólio de uma escritora, investigadora e especialista em livros e bibliotecas para crianças foi a cereja em cima do bolo para o arranque do Centro do Livro Infantil e Juvenil. "Pretendemos ter um serviço informativo e de investigação importante para técnicos, mediadores de leitura", explica Cristina Taquelim. São também estes "atores" que podem ajudar o próprio centro a "crescer" e a dinamizar outras atividades, resultantes da partilha de experiência e de saberes, para uma rede de leitura mais enriquecedora. Promover planos de formação contínua na área está igualmente na agenda. "Queremos também colocar Beja no mapa dos centros de formação do país", acrescenta a responsável.
A leitura para além da escola. Os pais como mediadores de leitura. Investigadores e técnicos interessados no tema. O livro infantil no centro das atenções. Repensar e analisar critérios para a escolha da literatura desde que os olhos começam a ler. Saber escolher, saber orientar, ajudar, para que depois os leitores caminhem pelos próprios pés. "Pensar com mais profundidade o que se faz", no âmbito de um programa dedicado a uma rede de leitura saudável. Cristina Taquelim realça a missão dos mediadores de leitura para gente interessada na literatura. "Já não basta contar histórias, ter horas do conto. É preciso que o livro seja o ponto de partida e o ponto de chegada", defende. "Queremos criar um serviço que corresponda às necessidades dos mediadores e repensar o nosso setor infantil, para que seja o mais possível adequado aos mais pequenos", justifica.
O Centro do Livro Infantil e Juvenil abre às visitas no dia 19 de setembro, a partir das 18h30. À noite, pelas 21h30, é feita uma homenagem a Natércia Rocha, autora de uma vasta obra individual e da Coleção 1001 Detetives, em parceria com Carlos Correia e Maria Alberta Menéres. O momento conta com "dois companheiros de estrada" da escritora de Uma nuvem entre telhados e que chegou a manter uma regular colaboração na revista Rua Sésamo. António Torrado e Rui Marques Veloso marcam presença nesse encontro, no qual será exibido um documentário sobre Natércia Rocha, produzido propositadamente para o dia, com um "apoio expressivo" da Fundação Calouste Gulbenkian.
O livro como protagonista. Oficinas da narração, oficinas de mediação leitora, um festival da narração, estafeta de contos, ateliers de leitura e escrita para jovens são algumas das atividades da nona edição de "Palavras andarilhas", organizada pela Biblioteca de Beja. De 20 a 22 de setembro, um dia depois da abertura do Centro do Livro Infantil e Juvenil, o espaço recebe cerca de 300 mediadores de leitura, nacionais e internacionais.
sexta-feira, 1 de novembro de 2013
Odemira premeia obra literária sobre igualdade entre homens e mulheres
(daqui)
Contos e poesias podem ser entregues até ao final de novembro
A Câmara de Odemira está a promover um concurso literário cujo tema é a igualdade entre homens e mulheres, podendo os trabalhos, nos géneros conto e poesia, ser entregues até final de novembro, divulgou hoje o município.
A iniciativa, cujo prémio tem um valor de 400 euros, tem como objetivo “promover a reflexão sobre a situação e participação das mulheres e dos homens na sociedade atual”, refere a autarquia.
Podem concorrer autores de qualquer nacionalidade, desde que as obras sejam apresentadas em língua portuguesa, devendo também abordar o tema da igualdade de género, ser inéditas e nunca terem sido premiadas anteriormente.
A entrega dos textos, de conto ou de poesia, decorre até ao dia 30 de novembro.
Segundo o regulamento da iniciativa, as obras serão apreciadas por um júri composto por três elementos, que poderá atribuir menções honrosas, além do primeiro lugar, caso a qualidade dos trabalhos o justifique.
A divulgação dos vencedores será feita em janeiro do próximo ano, referiu a autarquia em comunicado.
O concurso “Odemira Literária” é promovido pelo município alentejano, no âmbito do Plano Municipal para a Igualdade de Género, com financiamento estatal e comunitário e gestão da Comissão para a Cidadania e Igualdade.
Contos e poesias podem ser entregues até ao final de novembro
A Câmara de Odemira está a promover um concurso literário cujo tema é a igualdade entre homens e mulheres, podendo os trabalhos, nos géneros conto e poesia, ser entregues até final de novembro, divulgou hoje o município.
A iniciativa, cujo prémio tem um valor de 400 euros, tem como objetivo “promover a reflexão sobre a situação e participação das mulheres e dos homens na sociedade atual”, refere a autarquia.
Podem concorrer autores de qualquer nacionalidade, desde que as obras sejam apresentadas em língua portuguesa, devendo também abordar o tema da igualdade de género, ser inéditas e nunca terem sido premiadas anteriormente.
A entrega dos textos, de conto ou de poesia, decorre até ao dia 30 de novembro.
Segundo o regulamento da iniciativa, as obras serão apreciadas por um júri composto por três elementos, que poderá atribuir menções honrosas, além do primeiro lugar, caso a qualidade dos trabalhos o justifique.
A divulgação dos vencedores será feita em janeiro do próximo ano, referiu a autarquia em comunicado.
O concurso “Odemira Literária” é promovido pelo município alentejano, no âmbito do Plano Municipal para a Igualdade de Género, com financiamento estatal e comunitário e gestão da Comissão para a Cidadania e Igualdade.
quinta-feira, 31 de outubro de 2013
Cantora cipriota Vakia Stavrou canta duas letras da autoria de José Luís Peixot
quarta-feira, 30 de outubro de 2013
"Stories do Alentejo", coordenação de Luis Miguel Ricardo
Coordenador: Luís Miguel RicardoAutores: Antónia Luísa Silva, Dora Gago, Fernando Évora, Joaninha Duarte, José Teles Lacerda, Luís Miguel Ricardo, Manuela Pina, ;Maria Ana Ameixa, Maria Morais, Miguel Brito de Oliveira, Miguel Morais, Vítor Encarnação.
Editora: Lugar da Palavra
Teaser (sinopse)
Quando os aviões comerciais começaram a rasgar os céus da planície, Zé Aranha, guardador de gado e criador de sonhos, detetou a lacuna e arquitetou o plano de resgate ao desconhecimento dos forasteiros. Idealizou um manual de exploração de itinerários ao sul, imaginou um guia de promoção de saberes alentejanos e, com a inusitada colaboração do compadre Joaquim Zorro, fez nascer as Stories do Alentejo. Treze contos contados por contadores alentejanos, que nos conduzirão aos recônditos mais mágicos e às tradições mais genuínas do imenso Alentejo.
O Projeto
Stories do Alentejo é um projeto editorial (livro), inserido na valência de «Literatura de Viagens», que tem por principal objetivo a promoção do Alentejo (nas vertentes: paisagem natural, arquitetura, tradições, gastronomia, canto e falares) através da magia do conto contado por contadores alentejanos de reconhecido mérito.
São 12 autores e a cada um foi atribuída uma ou mais sub-regiões do Alentejo (de acordo com fatores de ordem motivacional, afetivo e de conhecimento territorial), sendo sua missão criar uma trama dentro desse espaço geográfico. Uma trama, que para além de possuir todos os ingredientes essenciais à narrativa ficcional, constitua também uma proposta cultural e turística para os leitores.
Os locais mais emblemáticos onde se desenvolvem as ações ficcionais estão identificados por coordenadas de GPS.
Os Liks
da página oficial: https://www.facebook.com/
filme facebook: http://www.youtube.com/watch?
terça-feira, 29 de outubro de 2013
Educação e Formação de Adultos no Alentejo
O livro teve a coordenação do Professor José
Bravo Nico, docente do departamento de Pedagogia e Educação da
Universidade de Évora e teve a colaboração de Lurdes Nico, Fátima
Ferreira e Antónia Tobias.
A obra, coordenada pelo professor da academia alentejana José Bravo Nico, pretende ser um contributo para a avaliação dos resultados do Processo de Reconhecimento, Validação e Certificação de Competências (RVCC) que foi concretizado no Alentejo, entre 2000 e 2005.
Intitulado «Educação e Formação de Adultos no Alentejo - O Processo de Reconhecimento, Validação e Certificação de Competências no período 2000-2005», o livro vai ser apresentado por Marília Cid, diretora do Centro de Investigação em Educação e Psicologia da Universidade de Évora.
A obra, coordenada pelo professor da academia alentejana José Bravo Nico, pretende ser um contributo para a avaliação dos resultados do Processo de Reconhecimento, Validação e Certificação de Competências (RVCC) que foi concretizado no Alentejo, entre 2000 e 2005.
Intitulado «Educação e Formação de Adultos no Alentejo - O Processo de Reconhecimento, Validação e Certificação de Competências no período 2000-2005», o livro vai ser apresentado por Marília Cid, diretora do Centro de Investigação em Educação e Psicologia da Universidade de Évora.
domingo, 27 de outubro de 2013
Guiné-Bissau: As minhas memórias de Gabu” de José Saúde
“Nesta
obra relato factos verídicos por mim vividos enquanto prestei serviço
militar obrigatório, sendo o meu destino final uma comissão na Guiné,
numa fase em que a guerra atormentava o mais incauto comum dos mortais.
Felizmente tive, aliás, tivemos, a sorte de nos depararmos com dois
tempos diametralmente opostos: a guerra e a paz.”
(o autor in “Guiné-Bissau: As minhas memórias de Gabu”).
(o autor in “Guiné-Bissau: As minhas memórias de Gabu”).
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