retirado de: Local.pt
ODEMIRA – Entre os dias 7 de janeiro e 29 de março, o Município de Odemira vai promover a 8ª edição da BDTECA – Mostra de Banda Desenhada de Odemira, na Biblioteca Municipal José Saramago. O habitual concurso nacional de BD, exposições e feira do livro são alguns dos ingredientes da edição de 2014, num programa que convida à criatividade e participação.
A BDTECA é promovida pelo Município de Odemira e pela Sopa dos Artistas – Associação Local de Artistas Plásticos, com o objetivo de divulgar este género artístico, estimular a criatividade e afirmar Odemira como um dos principais centros de desenvolvimento da Banda Desenhada na região e no país.
Entre os dias 7 janeiro e 14 de fevereiro, será promovido o Concurso de Banda Desenhada, sendo conhecidos os vencedores e expostos os trabalhos concorrentes no dia 1 de março, na Biblioteca Municipal de Odemira. Também na Biblioteca estará patente a exposição de BD do autor Luís Henriques, entre os dias 25 de janeiro e 27 de fevereiro. A exposição é dirigida ao público jovem e apresenta parte da mostra que o autor levou ao Festival Internacional de Banda Desenhada da Amadora, em 2008, onde teve grande destaque. Para o dia 20 de fevereiro está agendada uma animação de leitura da história “As aventuras de Zé Leitão e Maria Cavalinho”, direcionada às crianças do 1º ciclo, pelo autor de BD e ilustrador Pedro Leitão. A partir do dia 25 de fevereiro e até ao dia 8 de março, decorrerá a feira do Comic Book e da BD, onde serão apresentados os títulos recentes e os clássicos da BD.
8º Concurso de Banda Desenhada
O prazo para entrega de trabalhos para o 8º Concurso de Banda Desenhada decorrerá entre os dias 7 de janeiro e 14 de fevereiro. O concurso é dirigido a maiores de 16 anos e tem como prémios 300 euros para o 1º classificado, 150 euros para o segundo e 75 euros para o terceiro lugar. O tema é livre e os trabalhos devem ser apresentados em folhas de formato A3. Cada concorrente pode participar com mais do que um trabalho, desde que enviados separadamente e com pseudónimos diferentes. A identificação e contactos do autor devem constar apenas no interior de envelope fechado, com o pseudónimo no exterior. Os concorrentes deverão entregar os seus trabalhos no Balcão Único do Município de Odemira ou enviar para o Município de Odemira, na morada Praça da República, 7630-139 Odemira.
A entrega de prémios e a inauguração da exposição com os trabalhos participantes decorrerá no dia 1 de março, na Biblioteca Municipal, pelas 16.00 horas. A mostra poderá ser visitada até ao dia 29 de março.
sábado, 28 de dezembro de 2013
sexta-feira, 27 de dezembro de 2013
Prémio de Poesia Raúl de Carvalho - Alvito
O
prémio de Poesia "Raul de Carvalho", instituído pelo Município de
Alvito, foi atribuído ao “Livro de Família” e uma menção honrosa a
“Boca-de-Incêndio”, ambos de Paulo Carreira.
Arlinda Mártires foi a vencedora do prémio especial para naturais/residentes no concelho de Alvito, com “Impressões do Real”.
Recorde-se que o prémio de Poesia "Raul de Carvalho” tem dois objectivos, por um lado a vontade de homenagear o autor que deu o nome ao prémio, Raul de Carvalho, natural do concelho de Alvito e, por outro, a necessidade de incentivar a criatividade literária, bem como o gosto pela escrita.
Recorde-se que o prémio de Poesia "Raul de Carvalho” tem dois objectivos, por um lado a vontade de homenagear o autor que deu o nome ao prémio, Raul de Carvalho, natural do concelho de Alvito e, por outro, a necessidade de incentivar a criatividade literária, bem como o gosto pela escrita.
segunda-feira, 16 de dezembro de 2013
Biblioteca em aldeia do Alentejo é local de partilha de histórias e poesia
de: região-sul
Numa pequena e envelhecida aldeia do Alentejo, com cerca de 20 habitantes, uma biblioteca comunitária é dinamizada por uma professora reformada. Mais do que "casa" de livros, é um local de partilha de histórias e de poesia.
Na biblioteca Ler e Contar, situada na Aldeia de Alcarias, no concelho de Ourique (Beja), onde "não existem crianças", uma boa parte da escassa população idosa reúne-se uma vez por semana para "contar histórias, dizer umas quadras e até cantar".
"Falamos de tudo e de nada. Eu posso pedir para me contarem uma quadra e, a partir da quadra, desenvolvemos um tema. E também cantam", conta à agência Lusa Ana Vaz, impulsionadora do espaço.
Sem ter qualquer ligação ao Alentejo, a "não ser pelas férias" que passava na região, a professora, já reformada, "trocou" Lisboa pela Aldeia de Alcarias há mais de 10 anos, depois de cerca de duas décadas a dar aulas em escolas da capital.
Começou por comprar uma pequena casa junto à sua habitação na aldeia e, "sem saber bem o que lhe havia de fazer", a biblioteca começou a "ganhar forma". Foram doados livros, mobiliário e até um computador.
"As pessoas começaram a aderir e o engraçado foi que foram principalmente as senhoras, que me contam coisas daqui e eu conto histórias", assinala, referindo que o "ritual" da aldeia repete-se todas terças-feiras à tarde.
Ana Vaz afiança que aparecem todas as semanas "quatro ou cinco pessoas" quase todas idosas, porque na Aldeia de Alcarias "não existem crianças".
A biblioteca só é frequentada pelos mais novos da aldeia vizinha de Conceição durante as férias escolares ou quando a educadora de uma creche de Messejana, no concelho de Aljustrel, resolve fazer uma visita.
Alice Gomes de Brito e o marido reformaram-se e regressaram há cerca de um ano à aldeia, após cerca de 40 anos a viverem no Algarve. Confessa que não perdem uma tarde na biblioteca com os vizinhos para "ajudar a passar o tempo".
"Se não existisse a biblioteca, não tínhamos mais nada. Até mesmo a televisão às vezes falha", lamenta.
Também João Domingos, desempregado há quatro anos, é visitante assíduo do espaço. Gosta de ouvir "histórias que se passaram antigamente", contadas por "pessoas de mais idade", e a tarde de terça-feira "passa-se bem assim".
Numa aldeia "pequenina e envelhecida", defende que a biblioteca assume um papel social "importante", porque permite que "as pessoas se juntem uma vez por semana".
Já António Guerreiro, que se autointitula como "o mais divertido da aldeia", ocupa os dias com a sua horta e com os seus animais, mas, mesmo analfabeto, quando pode vai à biblioteca.
"Gosto disto. Gosto de cantar e divertir o pessoal e dar-me bem com as pessoas. E assim é que se passa o tempo", realça.
domingo, 15 de dezembro de 2013
"Aprender é Viver" de Bravo Nico e Lurdes Pratas Nico
Sinopse:
A obra da autoria de Bravo Nico e Lurdes Pratas Nico é uma colectânea de textos publicados
nos últimos três anos, nas crónicas quinzenais do jornal Diário do SUL.
É uma obra que traduz a reflexão dos respectivos autores acerca de temas diversificados e que
fazem parte do quotidiano de cada um(a) de nós (a aprendizagem, a educação ao longo da
vida, o associativismo, a qualificação dos adultos, o quotidiano, entre outros).
O prefácio da obra é da autoria de Manuel Madeira Piçarra (Fundador e Director do Jornal
Diário do SUL).
Breve Nota Biográfica dos Autores:
JOSÉ CARLOS BRAVO NICO é Doutor e Mestre em Ciências da Educação e Licenciado em
Ensino de Física e Química.
Exerce funções como Investigador-Responsável e Coordenador do Grupo de Investigação em
Políticas Educativas, Territórios e Instituições do Centro de Investigação em Educação e
Psicologia da Universidade de Évora (CIEP).
É Professor Auxiliar na Escola de Ciências Sociais (Departamento de Pedagogia e Educação) da
mesma Universidade.
É Director da Universidade Popular da Universidade de Évora, desde 2009, e Coordenador
da Escola Comunitária de São Miguel de Machede/SUÃO – Associação de Desenvolvimento
Comunitário, desde 1998.
LURDES JUDITE DIONÍSIO PRATAS NICO é Doutora em Ciências da Educação e Licenciada em
Ensino Básico – 1.º Ciclo.
Integra, como Membro Integrado, o Centro de Investigação em Educação e Psicologia (CIEP),
no âmbito do Grupo de Investigação Políticas Educativas, Territórios e Instituições.
Desempenha funções de Técnica Superior, do Quadro do Ministério da Educação e Ciência –
Direcção-Geral dos Estabelecimentos Escolares/Direcção de Serviços Região Alentejo (DGesTEDSRA).
É Professora Auxiliar Convidada na Escola de Ciências Sociais da Universidade de Évora
(Departamento de Pedagogia e Educação).
A obra da autoria de Bravo Nico e Lurdes Pratas Nico é uma colectânea de textos publicados
nos últimos três anos, nas crónicas quinzenais do jornal Diário do SUL.
É uma obra que traduz a reflexão dos respectivos autores acerca de temas diversificados e que
fazem parte do quotidiano de cada um(a) de nós (a aprendizagem, a educação ao longo da
vida, o associativismo, a qualificação dos adultos, o quotidiano, entre outros).
O prefácio da obra é da autoria de Manuel Madeira Piçarra (Fundador e Director do Jornal
Diário do SUL).
Breve Nota Biográfica dos Autores:
JOSÉ CARLOS BRAVO NICO é Doutor e Mestre em Ciências da Educação e Licenciado em
Ensino de Física e Química.
Exerce funções como Investigador-Responsável e Coordenador do Grupo de Investigação em
Políticas Educativas, Territórios e Instituições do Centro de Investigação em Educação e
Psicologia da Universidade de Évora (CIEP).
É Professor Auxiliar na Escola de Ciências Sociais (Departamento de Pedagogia e Educação) da
mesma Universidade.
É Director da Universidade Popular da Universidade de Évora, desde 2009, e Coordenador
da Escola Comunitária de São Miguel de Machede/SUÃO – Associação de Desenvolvimento
Comunitário, desde 1998.
LURDES JUDITE DIONÍSIO PRATAS NICO é Doutora em Ciências da Educação e Licenciada em
Ensino Básico – 1.º Ciclo.
Integra, como Membro Integrado, o Centro de Investigação em Educação e Psicologia (CIEP),
no âmbito do Grupo de Investigação Políticas Educativas, Territórios e Instituições.
Desempenha funções de Técnica Superior, do Quadro do Ministério da Educação e Ciência –
Direcção-Geral dos Estabelecimentos Escolares/Direcção de Serviços Região Alentejo (DGesTEDSRA).
É Professora Auxiliar Convidada na Escola de Ciências Sociais da Universidade de Évora
(Departamento de Pedagogia e Educação).
quinta-feira, 12 de dezembro de 2013
Resultados Grande Passatempo de Natal "Alentejo Literário"
Já tenho os resultados do Grande Passatempo de Natal "Alentejo Literário:
- "Às Vezes o Mar não Chega" de Sofia Marrecas Ferreira para: Roberta Frontini
- "Diálogos no Silêncio" de Ricardo Osório de Barros para: Paula Miranda
- "Contos Alentejanos" de Maria Vitória Afonso para: Dália Antunes
- "E o Vento Soprou de Leste" de J. A. Santos Varelas para: Clarinda Cortes
- "Jogo de Janelas" de Francisco Ceia: Ana Barbosa
Parabéns a todas!
domingo, 8 de dezembro de 2013
Opinião: "Se fosse fácil era para os outros" de Rui Cardoso Martins
Se fosse fácil era para os outros
Rui Cardoso Martins
Ano da Edição / Impressão / 2012
Número Páginas / 248
ISBN / 9789722050852
Editora / DOM QUIXOTE
É um livro de viagens que retrata o percurso de um grupo de
amigos pelos EUA, que é, para além de um percurso turístico e de aventura, um
percurso pessoal para cada um deles, de conhecimento deles próprios, das suas
alegrias e tristezas, e talvez até da busca pela resposta ao sentido da vida.
Como testemunho de viagem o livro torna-se muito
interessante, mostrando grande parte dos EUA. No que toca ao percurso pessoal
de cada um dos amigos, por vezes torna-se confuso. As personalidades e
sentimentos deles não foram, na maioria das vezes, distinguíveis, e cheguei ao
final do livro sem ter memorizado o nome das personagens.
Conforme a narrativa se adensa a confusão aumenta,
especialmente depois do incidente com o avião no Grand Canyon, sai do discurso
que teve até esta altura, entrando as personagens no modo loucura, o que acaba
por ser interessante. Pena que seja, também nesta parte que o lugar comum do
que são os EUA aumente.
Sinopse:
O narrador parte com quatro amigos, todos eles a atravessarem uma fase
menos boa nas suas vidas, para uma viagem através dos Estados Unidos da
América. De Nova Iorque até ao Sul profundo e em seguida para o Norte,
até às Cataratas do Niagara, já na fronteira com o Canadá, atravessam um
país de profundos contrastes onde vão viver aventuras umas vezes
divertidas, outras perigosas, se não mesmo fatais. A viagem é, para cada
um deles, um encontro sem concessões consigo mesmo e com as memórias de
vidas muito diferentes, em que tudo se joga e às vezes tudo se perde,
mesmo a vida. SE FOSSE FÁCIL ERA PARA OS OUTROS, o terceiro romance de
Rui Cardoso Martins, é uma leitura viva, empolgante, eficazmente servida
por um estilo a que o autor nos tem habituado nos argumentos dos filmes
e nas crónicas de jornal.
O autor:
Rui Cardoso Martins nasceu em 1967,
em Portalegre, e tirou o Curso Superior
de Comunicação Social da Universidade
Nova de Lisboa.
É jornalista fundador do Público, onde mantém a crónica "Levante-se o Réu" (Pública), das mais antigas da imprensa portuguesa, com dois prémios Gazeta de Jornalismo. Como repórter cobriu, entre outros acontecimentos, o cerco de Sarajevo e Mostar, na Guerra da Bósnia, e as primeiras eleições livres na África do Sul.
Argumentista fundador e sócio das Produções Fictícias, é co-criador do programa satírico Contra-Informação, que escreve desde o primeiro episódio.
Foi co-autor de Herman Enciclopédia, escreveu para Conversa da Treta (rádio, televisão e teatro) e para o jornal Inimigo Público.
Co-autor da série dramática Sociedade Anónima, da RTP.
No cinema, é autor do argumento e guião originais da longa-metragem Zona J.
É jornalista fundador do Público, onde mantém a crónica "Levante-se o Réu" (Pública), das mais antigas da imprensa portuguesa, com dois prémios Gazeta de Jornalismo. Como repórter cobriu, entre outros acontecimentos, o cerco de Sarajevo e Mostar, na Guerra da Bósnia, e as primeiras eleições livres na África do Sul.
Argumentista fundador e sócio das Produções Fictícias, é co-criador do programa satírico Contra-Informação, que escreve desde o primeiro episódio.
Foi co-autor de Herman Enciclopédia, escreveu para Conversa da Treta (rádio, televisão e teatro) e para o jornal Inimigo Público.
Co-autor da série dramática Sociedade Anónima, da RTP.
No cinema, é autor do argumento e guião originais da longa-metragem Zona J.
sábado, 7 de dezembro de 2013
Filhos do Engano de Isabel Marçano
Sinopse:
Ao
longo do século XX, Portugal apresenta valores de ilegitimidade elevados
próximos do Norte e Centro da Europa e distantes de Espanha, Grécia e
Itália. Filhos de Engano – Amor, Sexualidade, Grupos Sociais no Alentejo
é fruto de pesquisa sobre a reprodução social ligada aos nascimentos
fora do casamento no Baixo Alentejo litoral (concelho de Alcácer do
Sal), com investigação empírica aprofundada em Freguesia rural. Trabalho
de campo sócio-antropológico e pesquisa em Demografia Histórica
articulam a análise do presente e do passado recente com um eixo
diacrónico de longa duração (1891-2012). O presente estudo demonstra que
a reprodução social fora do casamento não é dissociável do sistema
fundiário dominante e da complexidade da estratificação social, práticas
de namoro, concepções pré-nupciais, união de facto, casamento tardio,
fraca religiosidade no grupo dos trabalhadores rurais privados da posse
de terra.
[… Um dos pontos fortes da análise de Isabel Marçano é a ênfase dada a
quatro tipos diferentes de mães solteiras: as mães solteiras que nunca
casam, as mães solteiras que acabam por casar com o pai do filho, as
mães solteiras que acabam por casar com outro homem, as mães que estão
em uniões consensuais duradouras].
[…O seu debate acerca do significado destas uniões consensuais é,
talvez, a maior contribuição deste estudo para a vasta literatura, na
demografia histórica da ilegitimidade. De igual importância é o seu
conhecimento das práticas da corte, das relações das famílias que
giravam em torno das mães solteiras e o elevado grau de tolerância para
com determinados segmentos de uma população, relativamente à reprodução
fora do casamento].
Detalhes:
Ano: 2013Capa: capa mole
Tipo: Livro
N. páginas: 198
Formato: 23x16
ISBN: 978-989-689-356-9
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