quarta-feira, 11 de junho de 2014

O Diabo dos Políticos


Título: O Diabo dos Políticos
Contos
Autores: Fernando Évora, João Pedro Duarte, Miguel Almeida, Vítor Fernandes
Concepção e Coordenação: João Pedro Duarte
Editora: Esfera do Caos
200 páginas
ISBN: 978-989-680-123-6
PVP: 15,90€


Fernando Évora, João Pedro Duarte, e Vítor Fernandes são autores com ligações ao Alentejo

Corrupção económica, bancos intervencionados, prescrições nos tribunais, abusos de poder e tráfico de influências, financiamento dos partidos, lobbies, sociedades secretas, jobs for the boys, líderes políticos sem carisma e incompetentes...
Será que o sonho de Abril morreu e o pesadelo veio para ficar?

Um país chamado Portugal atravessa uma crise e está sob tutela de uma troika. Apesar da maior parte da população viver no limiar de pobreza, uma pequena elite desgoverna a nação, indiferente ao sofrimento dos seus conterrâneos. O Diabo, entediado pela espera de mil anos, vê a sua oportunidade de conquistar, como deputado de um partido de direita, este novo inferno com sede na Assembleia da República. Mas o que o Diabo veio encontrar envergonha até um Príncipe das Trevas. E, de natureza rebelde e contestatária, acaba por se apaixonar por uma deputada da ala contrária.

Neste romance, os autores abordam despudoradamente religião, política, sexo, morte… e futebol, pois claro.
Quatro autores juntaram-se, virtualmente falando, e foram dando sequência à narrativa que o anterior criava, ao jeito do que alguém chamou uma prova de estafetas. Depois de acaloradas discussões e muitas irritações, como sempre acontece nas boas famílias, chegou-se ao fim: lá estava a história que se inicia quando Lúcifer é enviado, por castigo divino, para o parlamento desse pequeno país que é Portugal.

Fernando Évora.Nasceu em Faro, em 1965. Tem-se afirmado como autor de contos, género onde já obteve vários prémios literários. Além de textos dispersos e incursões na literatura infantil, publicou uma novela histórica, A fonte de Mafamede (2002), uma quase fábula, Como se de uma fábula se tratasse (2007), o romance No País das Porcas-Saras (2010) e o livro de contos Amor e Liberdade de Germana Pata-Roxa (2012). Em 2013 voltou ao ambiente dos contos participando nas coletâneas Contos do Caneco e Stories do Alentejo. Licenciou-se em ensino de História pela Universidade de Évora e exerce atualmente funções docentes em Aljezur. Colabora com o “Clube dos poetas vivos” em São Teotónio, participando na organização de Tertúlias Literárias, e com o grupo de teatro não-profissional “Os Pés Descalços”. Pode ser seguido no website www.fernandoevora.com

João Pedro Duarte.Nasceu em Lisboa, em 1976. É autor dos romances A Casa do Sonho Pagão (2009) e Uma Espécie de Sentido (2009). Desde então envolveu-se em projetos coletivos, tendo coordenado, nomeadamente, a obra Já não se fazem Homens como antigamente (2010), na qual participou com uma peça de teatro. Desde então publicou também textos nas coletâneas Contos do Nosso Tempo (2012), Contos do Caneco (2013) e Erotismus: Impulsos e Apelos (2013). Formou-se em Psicologia no ISPA. É atualmente Gestor de Projectos na área das Telecomunicações. Pode ser seguido no website www.joaopedroduarte.net

Miguel Almeida.Nasceu em Rãs, pequena aldeia do concelho de Sátão, distrito de Viseu, em 1970. É autor de Um Planeta Ameaçado: A Ciência Perante o Colapso da Biosfera (2006), A Cirurgia do Prazer: Contos Morais e Sexuais (2010), O Templo da Glória Literária: Versão Poética (2010), Ser Como Tu (2011), Chireto: Uma semana de histórias para contar ao deitar (2011), O Lugar das Coisas (2012), Aprenducar com a Mãe Natureza: Uma semana de histórias para contar ao deitar (2012) e SobreViver (2013). Publicou também, desta vez em coautoria, Já não se fazem Homens como antigamente (2010). É o coordenador da Coletânea de Novos Poetas Portugueses intitulada Palavras Nossas (Volume I, 2011; Volume II, 2012), assim como das coletâneas Contos do Nosso Tempo (2012), Erotismus: Impulsos e Apelos – Coletânea de Poesia Erótica (2013) e Terras Vividas e Sonhadas: Os Poetas e os Lugares (2013). Licenciado em Filosofia (Variante de Filosofia da Ciência) pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, onde também fez o Mestrado em Filosofia da Natureza e do Ambiente, exerce atualmente funções docentes na Escola Secundária Cacilhas-Tejo, em Almada. Nas redes sociais podemos acompanhá-lo no perfil www.facebook.com/Miguel.Jorge.Azevedo.de.Almeida

Vítor Fernandes.Nasceu em Lisboa em 1955, mas escolheu a margem sul do Tejo para viver. Publicou o seu primeiro romance Sete Facadas e Carapaus de Escabeche em 2012. Tem-se afirmado como autor de contos e poesia participando em várias coletâneas. Na modalidade de contos destacam-se as coletâneas Contos do Nosso Tempo (2012), Ocultos Buracos (2012), Beijos de Bicos (2013), 7 Pecados (2013), Lugares e Palavras de Natal 2012 e 2013. Na área da poesia participou nas coletâneas Palavras Nossas, Volume II (2012), Terras Vividas e Sonhadas: Os Poetas e os Lugares (2013) e Poesia Sem Gavetas, Parte I (2013). Formou-se em Engenharia Eletrotécnica no IST e também em Máquinas Marítimas da Marinha Mercante na ENIDH. Apaixonado por fotografia, dá formação nesta área e dedica-se também ao voluntariado de cariz social. Como blogger pode ser seguido nos blogues predatado.blogspot.pt e constantinogvacas.blogspot.pt

Maria D'Assunção Ganhão

Fonte: Correio do Alentejo

A aljustrelense Maria d’Assunção Ganhão, de 78 anos, apresenta este sábado, 7 de Junho, o seu livro de poesia popular, intitulado Poemas inspirados na minha vida.
A iniciativa está agendada para as 17h00 e vai decorrer na Biblioteca Municipal da vila mineira.
Modista e comerciante, Maria d’Assunção Ganhão sempre se dedicou à escrita e à poesia, tendo escrito ao longo dos anos os poemas que agora publica em livro e que dedica à memória do marido Ricardo Ganhão, falecido recentemente.

terça-feira, 3 de junho de 2014

Ana Paula Figueira apresenta novo livro dirigido a crianças

 

Será que amanhã ainda me amas?, a última obra de autoria de Ana Paula Figueira, com ilustrações de Sónia Oliveira e editada pela Coisas de Ler, vai ser apresentada na próxima quarta-feira, dia 4, pelas 18 horas, na Livraria Bulhosa, em Entrecampos, Lisboa. A apresentação vai estar a cargo de Maria de Jesus Barroso Soares, presidente da Fundação Prodignitate – Fundação de Direitos Humanos, que chancelou a obra, e contará com a colaboração de Luísa Amaro, intérprete e compositora pioneira da guitarra portuguesa.

Será que amanhã ainda me amas? é o primeiro livro de uma coleção de quatro, ilustrados pela Sónia Oliveira, e dirigidos especialmente ao segmento 7-9/10 anos. Cada um dos livros aborda um tema diferente – o divórcio, a violência doméstica, o luto e a vivência com pais com doenças mentais – “desenvolvido na ótica da criança e considerado atualmente de enorme importância por variadas organizações com responsabilidade ao nível do crescimento, educação e proteção das crianças”, adianta a autora.

A coleção tem como objetivo “familiarizar a criança com o potencial problema, relatando-o mas procurando desdramatizá-lo e, especialmente, mostrar-lhe o caminho da solução, por forma a evitar o mais possível as perturbações inerentes. No fundo é valorizar a vertente pedagógica, em prol da inclusão, da coesão social e do desenvolvimento da criança”. Por isso, “ganhou a chancela da Fundação Prodignitate – Fundação de Direitos Humanos”.

Aljustrel: Poeta lança livro de poemas inspirados na sua vida

Fonte: diário online
 
O livro “Poemas inspirados na minha vida”, da autoria da poeta popular Maria D’Assunção Fortunato Ganhão, é apresentado no sábado, às 17:00, na Biblioteca Municipal de Aljustrel, no âmbito da iniciativa “Encontro com a escrita”.

Segundo a Câmara de Aljustrel, ao longo dos anos, a poeta, natural e a residir na vila, escreveu poemas, “retalhos da sua vida”, que agora compilou no livro, em homenagem ao marido Ricardo Gertrudes Ganhão, que foi o primeiro presidente da Assembleia Municipal de Aljustrel e que faleceu recentemente.

quinta-feira, 29 de maio de 2014

Elvas: 8ª Feira Ibérica do Livro a partir de sexta-feira


Fonte: Rádio Elvas

A 8.ª Feira Ibérica do Livro de Elvas arranca, na sexta-feira, dia 30 de maio, às 18: 30, na Praça da Republica e junta cerca de três dezenas de editoras e livreiros de ambos os lados da fronteira.
Este evento conta com diversas atividades programadas ao longo dos três dias, como conversas com escritores, música, performance poética, recital poético e oficinas, entre outras.
Elvas assinala Dia da Criança
A Feira vai ter também a funcionar durante os três dias um espaço com insufláveis, dedicado aos mais novos. No dia 1 de junho, para assinalar o Dia Mundial da Criança, vão ser realizadas pinturas faciais e oferecidos balões modelados aos meninos e meninas que estiverem visitarem no certame.
No dia 30, a Feira vai estar aberta entre as 18 e a meia-noite, no sábado, encontra-se aberta das 10 às 13 horas e das 18 à meia-noite, e no domingo, último dia da iniciativa, tem um horário compreendido entre as 10 às 13 horas e entre as 18 e as 21 horas. A iniciativa é promovida pelo município elvense.

quarta-feira, 28 de maio de 2014

"Mal Nascer" de Carlos Campaniço



Nunca se deve voltar ao local onde se foi infeliz…

Santiago Barcelos – nascido Bento – regressa como médico à vila que deixou ainda menino. Não vem, porém, ao aconchego dos velhos rostos conhecidos. Na verdade, foge dos miguelistas que o perseguiam em Lisboa, escapa-se à teimosia da mulher do padrinho que o queria como amante e conta vingar-se de Albano Chagas, o homem que lhe arruinou a infância tomando-o como cúmplice na morte do seu primogénito. Os planos acabam, contudo, por gorar-se quando se apercebe de que não há vivalma que o reconheça e de que toda a vila subitamente o venera e se quer chegada ao seu convívio. Até a mulher de Albano Chagas acaba por pôr uma afilhada a ajudá-lo no consultório e a mão da própria filha à disposição.
Decidindo então adiar a revelação da sua identidade, o jovem médico terá mais tempo para chorar os seus mortos, tratar dos doentes e ajustar contas com os vivos; mas nem por isso cessará de se enredar em complicadas teias, não escapando a uma paixão proibida e avassaladora.
Alternando as memórias da infância com o presente agitado do protagonista, Mal Nascer é um romance magistral que combina uma história aliciante com um esmero de linguagem invulgar.

Guardando surpresas até à última linha, a obra foi finalista do Prémio LeYa em 2013.


Carlos Campaniço nasceu em 1973 em Safara, no concelho de Moura; e, embora viva no Algarve há muitos anos – onde exerce as funções de Director de Programação do Auditório Municipal de Olhão –, foi sempre o Alentejo, o mundo rural e a poesia das palavras alentejanas que o inspiraram. É licenciado em Línguas e Literaturas Modernas, variante de Estudos Portugueses, pela Universidade do Algarve, onde adquiriu também o grau de Mestre em Culturas Árabe e Islâmica e o Mediterrâneo. É autor dos livros: Molinos, Da Serra de Tavira ao Rif Marroquino. Analogias e Mitos, A Ilha das Duas Primaveras e ainda Os Demónios de Álvaro Cobra, que venceu em 2012 o Prémio Literário Cidade de Almada. O romance Mal Nascer foi finalista do Prémio LeYa em 2013.

sábado, 17 de maio de 2014

«Grândola Vila Morena - A Canção da Liberdade» da autoria de Mercedes Guerreiro e Jean Lemaître


Este livro, ideia original de Gilles Martin da editora ADEN e da autoria de Mercedes Guerreiro e Jean Lemaître, escrito com saber e paixão e que tem contributos de muitos dos intervenientes no desencadear da conspiração que levou ao 25 de Abril, tem o mérito de nos revelar os “bastidores” dos dias que antecederam a madrugada dos Cravos. Quem decidiu que a “Grândola” seria o sinal para os militares marcharem sobre Lisboa e quem na Rádio Renascença estava incumbido de, com muita perícia e coragem, contornar a censura interna naquele momento.
Hoje, 40 anos depois, “Grândola, Vila Morena”, continua a ouvir-se em todo o País. Quanto menos vemos realizados os ideais de Abril, mais a canção readquire a força telúrica que irmana homens e mulheres num abraço solidário de esperança, de revolta e de anseio de igualdade e de justiça para a humanidade. A mensagem e os ideais de Zeca Afonso ultrapassam fronteiras e muitos outros Povos, fazem desta canção a sua bandeira de luta por um mundo melhor.
O livro conta ainda com a colaboração, através de entrevistas, de: Carlos Albino (encarregue de passar “Grândola, Vila Morena” na rádio na noite de 24 de Abril), Otelo Saraiva de Carvalho, Carlos Almada Contreiras (quem escolheu a “Grândola, Vila Morena” como senha radiofónica para o arranque do golpe militar), Hélder Costa, Francisco Fanhais, Barca António Jiménez, Carlos Mendes, Rui Pato, Fernando Matos Silva (filmou as primeiras imagens da revolução do 25 de Abril), entre outros.

Os autores

Mercedes Guerreiro nasceu em 1961. Licenciada em jornalismo pela Universidade Livre de Bruxelas. Jornalista e co-fundadora da Rádio Tentativa, a primeira rádio portuguesa da Bélgica. Em 1987, regressa a Portugal, onde trabalha como jornalista/tradutora.
Especialista e formadora em comunicação, foi senior account na agência internacional de comunicação CNEP/Hill and Knowlton, e criou os Gabinetes de Comunicação da AMI-Assistência Médica Internacional e da Câmara Municipal de Aljustrel, sua terra natal, onde ainda hoje se mantém.

Jean Lemaître nasceu em 1954. Jornalista-escritor e professor na IHECS (Institut des Hautes Études des Communications Sociales) de Bruxelas, é autor de “C’est un joli nom, camarade” (Aden, 2012), já reeditado várias vezes. O seu próximo livro é um romance: “La révolte des gilles de Binche”. Em 1994, recebeu o Prémio especial de jornalismo social, atribuído pela Fondation Roi Baudouin. Portugal tornou-se a sua segunda pátria.

Título: Grândola, Vila Morena.
A Canção da Liberdade
Título original: Grândola
Vila Morena. Le Roman d´une
chanson (Edição Belga)
Autores: Mercedes Guerreiro
e Jean Lemaître
Páginas: 126
PVP: 8,00€