sexta-feira, 3 de outubro de 2014

Mário de Carvalho vence Grande Prémio de Conto Camilo Castelo Branco

O livro de contos "A Liberdade de Pátio" permitiu ao escritor Mário de Carvalho ser distinguido esta quinta-feira com o Grande Prémio de Conto Camilo Castelo Branco, atribuído pela Câmara Municipal de Famalicão e pela Associação Portuguesa de Escritores - APE.

Constituído por sete histórias através das quais evoluem os múltiplos caminhos seguidos pelos processos narrativos do autor de "Era bom que trocássemos umas ideias sobre o assunto", "A Liberdade de Pátio" mereceu os votos da maioria dos membros do júri de um prémio que vai já na sua 22ª edição.
Fonte: Expresso


José Manuel Mendes, presidente dos jurados, referiu tratar-se de um livro com "uma qualidade estética invulgar", no qual destaca ainda "a estrutura da narrativa, o fulgor da palavra do escritor e algo novo na obra" como elementos diferenciadores de Mário de Carvalho. "O nome do vencedor surgiu de uma discussão intensa e um debate sério", revelou José Manuel Mendes.

Anúncio no escritório de Camilo
O anúncio do prémio foi feito no escritório de Camilo Castelo Branco, na sua Casa-Museu, em S. Miguel de Seide, Famalicão, onde o escritor viveu os últimos anos da sua vida e onde escreveu algumas das suas principais obras literárias.
Apresentaram-se a concurso 50 obras. O presidente da Câmara de Famalicão, Paulo Cunha, assegurou que a parceria com a APE é "para continuar e aprofundar", pelo que o prémio, no valor de €7.500, continuará a consagrar anualmente autores portugueses ou de países africanos de expressão portuguesa que se distingam na área do conto.

O Grande Prémio do Conto Camilo Castelo Branco distinguiu já os escritores Mário de Carvalho, Teresa Veiga (duas vezes), Maria Isabel Barreno, Maria Velho da Costa, Maria Judite de Carvalho, Miguel Miranda, Luísa Costa Gomes, José Jorge Letria, José Eduardo Agualusa, José Viale Moutinho, António Mega Ferreira, Teolinda Gersão, Urbano Tavares Rodrigues, Manuel Jorge Marmelo, Paulo Kellerman, Gonçalo M. Tavares, Ondjaki, Afonso Cruz, A.M. Pires Cabral e Eduardo Palaio.

Ler mais: http://expresso.sapo.pt/mario-de-carvalho-vence-grande-premio-de-conto-camilo-castelo-branco=f891969#ixzz3F4BVWgNT

quarta-feira, 1 de outubro de 2014

Santiago do Cacém: Contos Infalíveis, de Henrique Madeira, vence X Prémio Nacional de Conto Manuel da Fonseca

Santiago do Cacém: Contos Infalíveis, de Henrique Madeira, vence X Prémio Nacional de Conto Manuel da Fonseca



A obra Contos Infalíveis, de Henrique Santos do Carmo Madeira, que a subscreveu com o pseudónimo José Joaquim Marcelino Madeira, é a grande vencedora da 10.ª edição do Prémio Nacional de Conto Manuel da Fonseca. A entrega do Prémio está agendada para o dia 18 de outubro, às 16h00, na Biblioteca Municipal Manuel da Fonseca, em Santiago do Cacém.



O júri constituído por João Morales, José Correia Tavares e Paula Rodrigues justifica a sua decisão – tomada por unanimidade - pelo domínio da escrita, linguagem ágil, originalidade na construção dos enredos, diversidade de ambientes, inclusão de alusões literárias em registo de sub-texto e pelos finais bem encadeados. O júri refere ainda a forma como o início do primeiro conto e o estilo literário do último se completam, alimentando uma certa ironia em torno da oficina de escrita e, de algum modo, fechando um círculo.



O júri deliberou ainda, também por unanimidade, atribuir duas Menções Honrosas: a primeira, ao original Ruído de Fundo, da autoria de Rui Miguel Oliveira Herbon (já vencedor da edição de 2012 deste mesmo Prémio Nacional de Conto Manuel da Fonseca), apresentado sob o pseudónimo Jesper; e a segunda, ao intitulado Os Filhos Bastardos e Outros Contos Uterinos, de Marlene Correia Ferraz, apresentado a concurso com o pseudónimo José Luz. Esta autora foi a vencedora do Prémio Revelação Agustina Bessa-Luís em 2012.



O Prémio Nacional de Conto Manuel da Fonseca, instituído pelo Município de Santiago do Cacém e concedido bienalmente, tem um valor pecuniário de 4000 euros para a obra vencedora selecionada pelo júri. Nesta edição foram admitidos a concurso 22 originais de autores lusófonos.

quinta-feira, 25 de setembro de 2014

XI FEIRA DO LIVRO NA CASA DA CULTURA DE MARVÃO

 Município de Marvão promove a XI Feira do Livro do concelho, entre os dias 3 e 12 de Outubro, na Casa da Cultura, com o objectivo de promover os hábitos de leitura junto dos marvanenses e de todos os que nos visitam. No dia 5 (domingo), pode assistir à apresentação da obra “É Tarde Demais“, de Deolinda Milhano, a partir das 15h30.
Este evento, destinado à promoção do livro e da leitura, entre todas as idades, decorre em paralelo com o Festival Islâmico Al Mossassa, que se realiza nos dias 3, 4 e 5, e onde os nossos visitantes poderão adquirir as melhores obras literárias da actualidade, de diversas editoras, como a Porto Editora, Presença, Civilização, Asa, Leya, ou Colibri.
Durantes estes dez dias, na Casa da Cultura (entre as 10h e as 17h), poderá também apreciar a Exposição “As Mouras Encantadas”, de Sofia Pinto Correia. 

terça-feira, 23 de setembro de 2014

Anuro


Feira do Livro - Ourique



Entre os dias 22 e 27 de setembro, Ourique recebe mais uma edição da Feira do Livro.

Com sessões de contos, espetáculos infantis, apresentações de livros e muitas atividades para os mais pequenos, são inúmeros os motivos para uma visita à XVIII Feira do Livro de Ourique, de 22 a 27 de setembro, na Biblioteca Municipal de Ourique.

Consulte aqui o programa da XVIII Feira do Livro

domingo, 21 de setembro de 2014

"O Herói Português - da I Guerra Mundial - " de Francisco Galope

Nascido em 1965, em Aljustrel, Francisco Galope começou a apaixonar-se pelo jornalismo em 1989. Depois do jornal Correio da Manhã, passou por várias redações, entre as quais a agência Lusa. Atualmente é redator principal na revista Visão, onde trabalha desde 1999, e colabora regularmente na Visão-História. Foi nesta publicação que escreveu um artigo sobre a coragem do soldado Milhões durante a Batalha de La Lys (Flandres - Bélgica), originando o livro que agora vem apresentar à sua terra natal.
Recorrendo a arquivos, jornais da época e entrevistas com familiares do próprio militar, o jornalista Francisco Galope investigou a história de Aníbal Augusto Milhais (1895-1970), um soldado transmontano que de anónimo nas trincheiras passou a lenda nacional quando contrariando as ordens de um oficial ficou a cobrir a retirada dos seus camaradas portugueses e britânicos. Acompanhado de uma metralhadora ligeira Lewis, a sua Luisinha, foi assim protagonista de um ato de bravura reconhecido. A sua desobediência fez dele um herói e valeu-lhe várias medalhas, entre elas a Ordem de Torre e Espada do Valor, Lealdade e Mérito, tendo sido igualmente o único soldado raso a receber, em França, a mais alta condecoração.
Neste livro, o autor interroga-se sobre o que levou este soldado, que partiu de Portugal muito jovem combater na Flandres (Bélgica) como «carne para canhão», arriscar a vida para salvar os seus companheiros, numa guerra que matou milhões de pessoas. Durante anos, o soldado Milhões (numa alusão ao seu valor) será aclamado como um herói nacional e usado pela propaganda dos poderes do seu tempo quando for necessário exaltar as virtudes da nação e da «raça».
Francisco Galope conta a história deste homem simples, numa narrativa repleta de pormenores e de dados curiosos, que se lê como se de um romance histórico se tratasse.
Editado por: materia.prima edições

"Um Risco Azul no Céu" de Maria Barradas


Nos poemas que publica no livro "UM RISCO AZUL NO CÉU", Maria Barradas que reside em Évora há quase trinta anos, faz uma viagem aos desafios e inquietações do nosso quotidiano no qual a liberdade e o amor estão cada vez menos presentes. Como a poesia é a música das palavras, nesta apresentação haverá também momentos musicais que acompanharão a leitura de alguns dos poemas do livro. A habitual sessão de autógrafos terá lugar durante o convívio que se seguirá a que não faltará um Alentejo de Honra. “…Antes que o sal derreta o luar E já não seja permitido amar”

Editado por: Poesiafãclube (Corpos Editora)

"Galveias", de José Luís Peixoto


Galveias está entre os grandes romances alguma vez escritos sobre a ruralidade portuguesa.
 O universo toca uma pequena vila com um mistério imenso. Esse é o ponto de acesso ao elenco de personagens que compõe este romance e que, capítulo a capítulo, ergue um mundo.
 Como uma condensação de portugalidade, Galveias é um retrato de vida, imagem despudorada de uma realidade que atravessa o país e que, em grande medida, contribui para traçar-lhe a sua identidade mais profunda.
 
Publicado por: Quetzal Editores