A Terra de Ninguém, de Santana Maia-Leonardo, edição Sinapsis, foi apresentado em Arronches.
O Seminarista e o Guerrilheiro, de Cândido Matos Gago, foi apresentado em Lisboa. A obra retrata a guerra colonial em Angola, de forma romanceada.
Estas obras encontram-se assim divulgadas por dificuldade em encontrar mais informações.
domingo, 12 de abril de 2015
"Ventos e Brisas" de Alberto T. Assunção
Ano: 2012
N. páginas: 74
ISBN: 978-989-689-259-3
Editora: Edições Colibri
Link: http://www.edi-colibri.pt/Detalhes.aspx?ItemID=1674
Sinopse:
Que direi quando as palavras fogem? E por que fogem as palavras perante outras tantas tão sofridas, sentidas e apaixonadas? Elas são Ventos e Brisas alentejanos. São imagens interiores, fortes e imensamente expressivas. Ventos e Brisas que tomam forma e se arrumam em cada página – pedaços da história de uma pessoa imensa a quem tenho o orgulho de chamar pai. Deixo aqui, nestas parcas linhas e à laia de prefácio, a minha profunda admiração e amor por este meu grande amigo. Estou certa que quem ler estes Ventos e estas Brisas, saboreará momentos inspirados de uma vida interior plena de amores e desamores, alento e desalento, coragem e saudade … enfim! Coisas de Poeta! *** [Helena Assunção]
Autor:
Alberto Tapadinhas de Assunção nasceu na Freguesia de Santa Maria da Devesa, Castelo de Vide. Concluiu o curso do Magistério Primário em Portalegre, tendo leccionado nos distritos de Santarém, Setúbal e Lisboa onde seria nomeado Delegado Escolar do Concelho de Alenquer e posteriormente nomeado Subdirector da Direcção Escolar de Lisboa. Leccionou no Externato Santos Garcia e na Escola da Armada, ambos em Vila Franca de Xira. Em 1994 terminou a licenciatura em Administração e Gestão Escolar na Universidade Lusófona de Lisboa onde viria a concluir a parte curricular do Curso de Mestrado em Espaço Lusófono: Cultura, Economia e Política ficando ainda por apresentar a respectiva Tese. Foi membro do Conselho Pedagógico do Centro de Formação de Professores “Pêro de Alenquer” e Formador do Centro de Formação de Professores “João de Deus”. O Estatuto de Formador foi-lhe concedido pelo Conselho Científico-Pedagógico da Formação Contínua. Tem vários trabalhos publicados na área de Organização do Sistema Educativo, todos edições de autor.
"O Monstro de Monsanto" de Pedro Jardim
280 páginas
ISBN: 978-989-626-641-7
Editora: A Esfera dos Livros
Link: http://esferadoslivros.pt/livros.php?id_li=446
Sinopse:
Uma rapariga encontrada morta na floresta de Monsanto. Um delicado vestido azul a cobrir o corpo. O cabelo cuidadosamente penteado. Uma máscara de papel branco com um poema de Florbela Espanca sobre o rosto.
É este o cenário que Isabel Lage, inspetora da Brigada de Homicídios da Polícia Judiciária, encontra no local do crime. A primeira vítima de um serial killer que não deixa pistas, que habilmente se move pela floresta e que parece conhecer todos os passos da polícia. Isabel está apostada em resolver este mistério e fazer justiça em nome das mulheres que morrem às mãos de um assassino frio e calculista. Mas todas as pistas levam a João, o seu antigo companheiro de patrulha, e com quem partilhou mais do que aventuras profissionais.
Pedro Jardim, chefe de polícia com experiência em investigação criminal, traz-nos no seu romance de estreia um thriller empolgante e arrebatador que nos prende até à última página.
Pode haver um monstro em qualquer um de nós...
Autor:
Pedro Jardim nasceu em Lisboa, em 1976, e foi no Alentejo, em Vila Viçosa, onde viveu desde muito novo, que descobriu o prazer pelas artes e pela literatura. Fez o liceu na Princesa do Alentejo, berço da poetisa Florbela Espanca, e licenciou-se em Sociologia, na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa. É chefe de Polícia desde 2006, depois do ingresso na PSP em 1998. Além das funções que exerce, detém também experiência em investigação criminal, com curso de especialização em 2003. A paixão pela literatura fez com que aprofundasse os seus conhecimentos e levou-o a estudar escrita criativa com João Tordo. Vencedor do prémio Mais Literatura 2013, pela revista Mais Alentejo, publicou a sua primeira obra, As Crónicas do Avô Chico, em 2011 e A Senhora da Tapada, no ano seguinte. Conta com inúmeras participações em antologias de poesia e livros de contos. Ser pai levou-o a apaixonar-se pela literatura infanto-juvenil, área que tem já dois títulos editados: O Dragão Rouxinol e Gigante Gigantão, de 2013 e 2014. Com um e outro, tem visitado livrarias, bibliotecas e escolas por todo o país. O Monstro de Monsanto é o seu primeiro romance."
"Valsa a Cinco Tempos" de Liliana Lima
Autor: Liliana Lima
Data de publicação: Junho de 2014
Número de páginas: 254
ISBN: 978-989-51-1509-9
Editora: Chiado Editora
Link: https://www.chiadoeditora.com/livraria/valsa-a-cinco-tempos
Sinopse
Para que me leias, porque sei que me entendes nas entrelinhas. Sim, eu sei que me sentes em cada palavra, que me revês em cada silêncio, que talvez até me prevejas em cada parágrafo.
É por isso que sempre escrevi para ti.
Porque a ti não tenho de explicar a história desde o início para que faça sentido. Porque em ti tenho a confiança suficiente para me despir letra-a-letra sem medo de me sentir julgada, criticada ou ameaçada.
Escrevo para ti desde que escrevo por mim. E cada frase é um reafirmar de tantos pulsares quantos os que respiram fora da galáxia das palavras. Viver é uma actividade quase paralela a escrever, e tu vives comigo através da escrita, por muito longe e inatingível que estejas.
É nas palavras que te encontro, naquelas em que tropeço durante a confusão dos dias, e me perseguem pelos corredores dos relógios e do trânsito e das histórias e, sem saber bem porquê, me conduzem aqui, até as escrever - para mim.
Liliana Lima
Contadora de Histórias nos CONTOS DA LUA NOVA, projecto que iniciou e dirige desde 2005. Persegue o sonho de espalhar magia, fantasia, criatividade e imaginação em forma de Contos, Poemas e Palavras…Conta-se em várias narrativas sempre com o fio condutor do Desenvolvimento Pessoal próprio e de quem a ouve, vê, lê, sente, cheira e saboreia. Busca a comunhão de sentimentos na diversidade de significados que essas narrativas assumem perante cada um de nós, ouvintes, leitores e sonhadores.Vive as palavras como quem abre janelas para novos quadros de sentido. E usa-as para criar espaços em que seja possível projectar novas narrativas no mundo seguro da imaginação e criatividade. Depois, embrulha-as na magia do dia-a-dia e, se o mar estiver de feição e o vento soprar de nascente, espalha-as em contos, prosa, cantos e poesia, colorindo outras vidas, onde se multiplicam, renascem e reflorescem em novas histórias que, quiçá abrirão novas janelas. Quando for grande diz querer ser uma "brincadora", por enquanto apresenta-se como uma sonhadora que brinca com as palavras, joga com os seus sons e baralha os seus significados, para que novas histórias nasçam dentro de cada coração, e com elas o mundo se torne menos confuso, assustador e sempre, mas sempre, mais livre.
Alunos Da Secundária De Elvas Aprendem A Encadernar Livros
Fonte: Rádio Elvas
O escritor Hélder Magalhães ensinou esta tarde um grupo de alunos da secundária elvense, durante um workshop, a construir e encadernar livros, de forma manual, no âmbito da Semana Cultural.
“Neste momento estou a tentar dedicar-me à escrita e a conceber o próprio livro onde escrevo; inclusive tenho um projeto de um livro manuscrito de poesia, e foi com esse intuito que vim cá, para demonstrar uma técnica de costura de livros”, começa por explicar Hélder Magalhães.
Para o escritor, este processo de encadernação do livro, “torna o manuscrito mais pessoal e único”. Para além disso, adianta, este projeto “serve para contornar as dificuldades que os escritores enfrentam com as publicações”.
A Semana Cultural teve início hoje e decorre até sexta-feira, na Escola Secundária D. Sancho II, com diversas atividades para a comunidade escolar.
O escritor Hélder Magalhães ensinou esta tarde um grupo de alunos da secundária elvense, durante um workshop, a construir e encadernar livros, de forma manual, no âmbito da Semana Cultural.
“Neste momento estou a tentar dedicar-me à escrita e a conceber o próprio livro onde escrevo; inclusive tenho um projeto de um livro manuscrito de poesia, e foi com esse intuito que vim cá, para demonstrar uma técnica de costura de livros”, começa por explicar Hélder Magalhães.
Para o escritor, este processo de encadernação do livro, “torna o manuscrito mais pessoal e único”. Para além disso, adianta, este projeto “serve para contornar as dificuldades que os escritores enfrentam com as publicações”.
A Semana Cultural teve início hoje e decorre até sexta-feira, na Escola Secundária D. Sancho II, com diversas atividades para a comunidade escolar.
quinta-feira, 5 de março de 2015
Opinião A Vingança das Vagas de José Teles Lacerda
Título: A Vingança das Vagas
Autor: José Teles Lacerda
Editora: Esfera do Caos
Ano de Edição: 2012
Nº de Páginas: 384
ISBN: 978-89-680-072-7
Mais informações: http://www.esferadocaos.pt/pt/catalogo_detalhe_esfera_contemp175.htmlA
Opinião:
Vingança das Vagas é um livro que tem tudo: tem romance, tem aventura, tem fantasia, tem drama. Mas o que de facto fortalece este livro são as suas personagens, pessoas comuns, capazes do melhor e do pior. E o ponto assente que, em momentos difíceis, o pior do ser humano pode vir ao de cima.
Construído por várias linhas narrativas, que se unem e desaparecem conforme o texto avança. As histórias que um avô conta ao neto, que são a melhor forma que encontra de demonstrar o seu amor e de transmitir valores.
Sinopse:
No longínquo ano de 1506, trinta e sete colonos moribundos foram forçados à desesperada tentativa de povoar uma ilha amaldiçoada.
Dizia-se, nessa época, que naquele gigantesco amontoado de ravinas negras vogava a voz do Diabo. Quinhentos anos passados, não existem documentos que descrevam o sinistro martírio coletivo, na tentativa de povoamento dessa ilha maldita. Aliás, em nenhuma biblioteca do mundo se descobriu uma única página contendo alusões ao sucedido. Em suma, ninguém conhece a verdadeira localização da maligna massa insular, para sempre perdida no meio do oceano.
Durante os serões, o avô Vicente alerta Bernardino Gávea para os perigos inerentes à convivência com a violência das vagas. O menino, porém, não se amedronta. Pode ser a mais miserável das crianças, mas, por viver num casebre encavalitado nas dunas, considera-se o legítimo dono de toda a praia. Fascinado pelas narrativas náuticas, que o septuagenário lhe transmite, sonha ser um intrépido conquistador dos mares — há de conseguir, afinal, reencontrar a ilha que o medo humano apagou dos mapas.
Todos estamos sujeitos às ingratas investidas do imprevisto. No mar ou em terra, a palavra vaga pode unir-se a outras, numa sanguinária cumplicidade catastrófica, que culminará com a materialização dos nossos piores pesadelos.
Surgirão então vagas de desgraça, vagas de infortúnio, vagas de desespero e desilusão.
Nas páginas deste livro poderemos esbarrar com os sonhos de uma criança miserável e viver as preocupações do seu decrépito avô. Mas também teremos notícias de um assustador mundo paralelo. Vindos de ilhas distantes, esvoaçam os gritos dos colonos condenados, ressoam os cânticos melancólicos de musas moribundas, ouvem-se fraudulentas vozes fantasmagóricas. E sobre as ondas do mar existem suspeitas de poder eclodir, a qualquer momento, uma nefasta ofensiva de ninfas.
Sobre o autor:
José Teles Lacerda. Nascido em Évora, em 1970, considera-se uma humilde alma alentejana. A posse de íntimos indícios de uma pacífica índole vegetal permite-lhe digerir desilusões e ruminar remorsos, num esforço quase clorofilino que culmina no fabrico inesperado de aglomerados de frases. Pela frequência desta conduta, tornou-se numa espécie de escriba secreto, clandestino, compulsivo. Assim, vive viciado na desorientada navegação por efémeros mares imaginários. Considera que a génese de um livro é uma feliz forma de exorcizar a maldita tendência para andar, constantemente, “com a cabeça nas nuvens”. Acima de tudo, entende o mundo das palavras como um refúgio obrigatório, sempre que cogita sobre o bizarro absurdo da existência. A Vingança das Vagas é o seu romance de estreia.
Outras Publicações
O Mato Mata de Florival Lança foi lançado na Biblioteca de Portalegre no passado dia 10 de Fevereiro.
Contos Daqui e do Além de Rui Miranda foi apresentado dia 21 de Fevereiro na Biblioteca de Portalegre. O sudoeste peninsular entre Roma e o Islão
O livro O Sudoeste Peninsular Entre Roma e o Islão, uma das últimas edições do CAM, vai ser apresentada no Museu Regional de Beja no próximo sábado, dia 7 de Março pelas 16h.
A presente publicação trata-se de uma monografia coletiva resultante das investigações de vários especialistas em Antiguidade Tardia no Sudoeste Peninsular, alguns deles investigadores do Campo Arqueológico de Mértola. A obra é constituída por textos resultantes de dois encontros: Leituras do Sul Cristão (Mértola - dezembro de 2010) e Beja - imagens da cidade antiga (Beja - fevereiro de 2012). Foram importantes balanços sobre a realidade de um território em transição, numa época (séculos V-X) ainda hoje mal conhecida.
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